COZINHA COMTEMPORANEA
A sincronia entre as cores, o aroma e os sabores dos pratos tentam aproximar a culinária da arte, no caso com a pintura, principalmente quando se parte do princípio de que o primeiro contato da comida é com o olharAssim pode ser definida a cozinha contemporânea, um retrato fiel dessa geração que, ao mesmo se encontra conectada às últimas novidades do “admirável mundo” tecnológico, está preocupada com a saúde e a vida do Planeta. E esse novo olhar sobre a culinária, mescla técnicas clássicas, mas se aproveitando da globalização, define Alejandro Huerta, formado em Gastronomia Alimentar na Espanha, professor e consultor da área de Gastronomia do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Mais do que uma mistura de cores e sabores, essa cozinha preza pelos elementos que contribuem para uma vida saudável, como alimentos frescos, uso do azeite de oliva, ervas e muita mistura onde o sofisticado pode estar ao lado do regional, sem preconceito.
A criatividade posta à mesa é uma constante nessa jeito de observar a alimentação, que significa mais que uma simples satisfação biológica. “A cozinha contemporânea procura colocar mais cores nos pratos tentando traçar uma sincronia entre a culinária e a pintura”, observa de maneira figurada o especialista em gastronomia. Enfatiza que um dos seus princípios básicos é o respeito pela matéria-prima. Dessa forma, o prato é visto quase como uma obra de arte comestível, no entanto devem ser seguidas regras básicas, como na pintura clássica, por exemplo. Mas permite que a criatividade seja aguçada.
Assim, aromas, cores e sabores devem ser dispostos e trabalhados com harmonia não apenas valorizando a estética. Cada raminho de salsa que enfeita uma salada, assim como o azeite e o sal utilizados devem estar em perfeita harmonia. É preciso primar pela qualidade dos produtos utilizados, isto é, o peixe deve conservar o seu sabor, evitando os alimentos congelados e industrializados. “A cozinha contemporânea tem a função também de preservar a saúde.
Por sua versatilidade, a cozinha contemporânea permite “a utilização de um produto regional tratado com uma técnica clássica e apresentado de maneira harmônica”, ressalta o consultor.
By: Chef. Executivo Silvio dos Santos










































Para amadureçer ao pondo de dar ovas, um esturjão beluga leva de 18 a 20 anos, um osetra de 10 a 12 e um servuga de 5 a 7 anos. Enquanto a caça do beluga e osetra e feita duas vezes ao ano, a do servuga uma vez.O esturjão, que chega a pesar mil quilos (beluga) deve ser capturado corretamento para que a adrenalina não inunde o organismo do peixe. Do barco até a loja a temperatura (4 a 0 graus) e o sal adicionado (3%) precisam ser mantidos rigorosamente."Malossol" em russo, quer dizer pouco sal. Todo caviar que é fresco e não pasteurizado é malossol, ou seja, mantido com 3% de sal.O caviar "Malossol Servuga" se destaca pelo seu grão fino e de casca tenra. Sua armazenagem deve ser feita em geladeira e a durabilidade destes produtos é de 8 meses.O "Deutscher Caviar" é de ovas de lumpo. O "Islândia" é de ovas de capelin (peixe da Islândia). Suas ovas são bem pequenas e em duas cores, preta e vermelha. As cores são criadas através de corante que não prejudica a saúde. É consumido principalmente em canapés, massas e mousses. Sua durabilidade é de um ano, podendo ser armazenado em prateleiras e em geladeira após de aberto.O caviar de salmão "Kosher" é selecionado ova a ova. Ideal para ser servido quente ou frio, pois é único no mundo que possui corante vegetal e selo "Kosher" O padão de qualidade é muito valorizado e se assemelha ao Malossol das águas geladas do mar Cáspio. Este legítimo caviar kosher é reconhecido por todas as autoridades rabinicas com certificado. 


